A ausência de perspectiva ou linha de direção nos desestabiliza.
As privações nossas e para com os nossos e os outros, nos trouxeram ISOLAMENTO e INSEGURANÇA. Cuidar de NÓS foi a essência. Isolar-se a solução imediata.
Proteger-se, do quê? Nossas angústias, medos e tensões transbordaram. Brigamos e nos irritamos com o que e com quem nem sabíamos. Ficamos polarizados, o algoritmo nos consumiu. A rotina da casa que era apenas cansativa, e por um determinado período, foi invadida e potencializada pelas jornadas de trabalho e escolas. Nossas tarefas invadiram as relações – pessoais e profissionais. A rotina de meditação deu lugar a pia que em multiplica de pratos e talheres. O vinho do final de semana, invadiu a semana como suporte.
Ficamos sitiados em nosso CAOS. Nossa tomada de decisão virou emergência, ou o mínimo que se pôde fazer. Ficamos LIMITANTES e LIMITADOS. Limitados pelas tarefas, que nos consumiram no excesso de trabalho e na ausência de limites imposta por nossas emergências. É o que temos para HOJE!
Nosso limbo emocional, nos trouxe a espera da SALVAÇÃO. Salvação da máscara, da 1ª dose, da 2ª dose e não nos demos conta do impacto global e, que como toda grande “peste”, traz impacto por anos e ao redor do mundo. Quisemos ser globalizados, mas não aceitamos um vírus global. Fomos rápidos com as vacinas e estudos e como indivíduos.
E AGORA? Como seres humanos, em espírito e alma, precisamos desmistificar o CAOS. O CAOS é o vazio primordial, a origem da ordem. Uma força catabólica de expansão e retração que gera instabilidade e impermanência.
Do CHAOS ao AGORA – precisamos ir juntos nessa jornada do resgate de uma CONSCIÊNCIA HUMANIZADA, APLICADA a OBJETIVOS E SOLUÇÕES.